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domingo, 18 de maio de 2014

"Competitivo BR who?"

     Durante o campeonato All-Star 2014, de League of Legends – que aconteceu entre os dias 8 e 11 de maio, em Paris, na França –, o Arena teve a oportunidade de conversar com os jogadores profissionais internacionais Froggen, Doublelift e LemonNation que estavam presentes no evento. Entre chutes para o vencedor do campeonato e digressões sobre a vida estudantil, um ponto no discurso deles era comum: o Brasil continua sendo uma incógnita para o cenário mundial.
     “Eu sei que Winged e SuNo (ambos sul-coreanos recém-contratados) estão jogando no time Keyd Stars, e também acompanho algumas partidas do brTT (um dos jogadores brasileiros de maior proeminência no cenário atual), mas de resto não sei muito do que se passa por lá”, afirma Yiliang "Doublelift" Peng, considerado um dos melhores atiradores atuais de League of Legends que compõe o time norte-americano CLG.
     Doublelift também nota que o Brasil perpetua um problema que ele enxerga em todas as consideradas novas regiões oficiais de League of Legends, compostas por América Latina, Rússia, Turquia e Oceania: “Eu tenho visto os mesmos nomes proeminentes no Brasil desde que comecei a jogar profissionalmente. Os jogadores velhos são reciclados o tempo inteiro em vez de deixar sangue novo e sedento por vitória entrar no competitivo. Esses jogadores, tal qual o Reginald, HotshotGG e TheOddOne (jogadores profissionais veteranos), acabam ficando engessados, dificilmente se adaptam a novas estratégias. O Brasil precisa de novos jogadores, com mecânicas inovadoras e treinadores capazes de aprimorá-las e colocá-las no competitivo.”
     Já para Henrik “Froggen” Hansen, mid laner do time sueco Alliance, e Daerek “LemonNation” Hart, suporte da equipe norte-americana Cloud 9, o cenário brasileiro é ainda mais enigmático. “Eu realmente não acompanho e não sei o que está acontecendo lá... Você pode me contar?”, me pediu LemonNation durante a entrevista. “O que eu escuto é que o Brasil é um dos mais fortes das ‘novas regiões’, então é possível que eu encontre com algum time de lá no mundial”, afirma o suporte. Froggen se limita a apontar que sabe da chegada de Winged e SuNo no Brasil.
     Mas o que essas opiniões mostram? É difícil apontar um só motivo para esse desconhecimento dos jogadores profissionais, mas é interessante ver como enxergamos o nosso próprio cenário de League of Legends e como ele é visto internacionalmente. Não foram poucas as vezes que já escutei profissionais brasileiros afirmando que os times nacionais já estão prontos para bater de frente com os internacionais, mas como isso é possível – pelo menos em um futuro próximo – sendo que a própria representatividade destes profissionais fora do Brasil é quase zero? Fama internacional não impacta diretamente na qualidade dos jogadores, mas é uma das maneiras de medir a mesma.
     Por outro lado, quem sabe um time brasileiro surpreenda a todos exatamente pelos estrangeiros nem saberem como os atletas nacionais se comportam durante um jogo.
     Nem todas as informações sobre como funcionarão as classificatórias para o Campeonato Mundial de League of Legends foram liberadas. Então, ainda existe a chance de vermos um time brasileiro disputando o título no final deste ano na Coreia do Sul.
     Mas, após a vitória incontestável do time SK Telecom T1 K durante o All-Star deste ano, que ganhou a competição sem perder uma partida sequer… Vamos dizer apenas que os times nacionais precisam treinar muito para tal feito.


Fonte: Demacia e Arena iG
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