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segunda-feira, 12 de agosto de 2013

DESMOTIVADA, NEX IMPETUS ENCERRA ATIVIDADES!

O comportamento dos jogadores levou o Nex Impetus a fechar suas portas no último domingo. Desmotivada por problemas de relacionamento com equipes que defenderam a tag, a direção decidiu encerrar as atividades da organização.
Em seis anos de existência, o Nex Impetus teve times de Battlefield, Call of Duty, DotA e Point Black. No League of Legends, a organização conquistou resultados importantes. Primeiro com a equipe que hoje defende o CNB e-Sports Club e depois com os jogadores que conseguiram o 3/4 lugar do Campeonato Brasileiro deste ano.
Mesmo com os bons resultados dos últimos tempos, a direção decidiu colocar um ponto final na história iniciada em 2007. “A paixão pelo e-sport foi morrendo aos poucos com o desapontamento com algumas atitudes de jogadores”, conta o diretor do Nex, Hugo Tristão, com exclusividade ao site do CNB.
Ele afirma que a organização apostava em novos talentos, mas não tinha a confiança deles. “Confiamos em equipes que não eram nada no cenário, investimos tudo nelas e apenas pedimos em troca algum tempo para poder trabalhar, mas sempre, de maneira abrupta, os times saíam sem explicações plausíveis”. Foi isso que aconteceu com o time de League of Legends liderado por Rodrigo “Digolera” Haddad, que deixou a organização no último dia 6 de agosto. Segundo Tristão, a direção foi pega de surpresa com a decisão dos jogadores. “Fomos avisados exatos dois minutos antes de eles postarem no Facebook”.Time de League of Legends deixou o Nex Impetus no início do mês
O diretor diz que, após a boa campanha no Campeonato Brasileiro, os jogadores passaram a fazer exigências, como gaming house e salário de R$ 800 a R$ 1.000. “Buscamos patrocinadores até fora do Brasil, mas não conseguimos e não foi por falta de um plano de negócio. Explicamos a eles e pareciam ter entendido”.
Questionado se as exigências não atendidas teriam sido o motivo pela saída da equipe, Tristão foi enfático. “Eu tenho certeza disso. O relacionamento do time com a organização antes do CBLOL era nota dez. Talvez o resultado tenha subido na cabeça deles e mudou”, alfineta.
Outro lado
Procurado pelo site do CNB, Pedro “LEP” Marcari disse que a equipe deixou o Nex Impetus por não ter tido o suporte da organização. “Saímos porque achamos muita falta de profissionalismo deles nos últimos tempos. O apoio que deram foi praticamente nulo. Ele [Hugo Tristão] não acreditava que a gente poderia ser um top 3/4 do Campeonato Brasileiro e nunca se importou com a gente, tanto que ele não fez nem questão de ir no CBLOL”.
LEP admite que, após a competição onde conquistaram o top4, a equipe fez exigências à direção. “Ele já sabia que, se a gente fosse longe, íamos pedir um salário ou algo do tipo. Ele já tinha sido avisado há muito tempo e sabia que nós íamos sair caso ele não fosse dar nada para nós, pois jogamos praticamente três meses de graça”, afirma, negando, entretanto, que os jogadores tenham estipulado o valor de R$ 800 a R$ 1.000. “Nenhuma organização paga isso”.
O jogador acredita que a direção teria conseguido patrocinadores se tivesse se dedicado mais. “Ele que não foi atrás”, diz, ainda referindo-se ao diretor do Nex Impetus. “Ele já tinha desistido da organização faz tempo. mas só decidiu fechar quando todas as lines desistiram dele”.

Fonte: Cnb
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13 comentários:

  1. pora cara, passei a gosta da Nex na epoca que era o time da CNB hj, mo vacilo isso, porem se for verdade o que o Lep disse realmente foi vacilo da nex

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  2. HAUHEUAHUE Boa Vex vulgo Hugo Tristão, acabando com mais um time, do mesmo jeito que o nosso de cod4 e toda essa grande merda de organização.

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  3. Trabalhar de graça é foda, ainda uma coisa que exige treinos diários.
    O que me intrigou foi na parte que ele diz "afirma, negando, entretanto, que os jogadores tenham estipulado o valor de R$ 800 a R$ 1.000. “Nenhuma organização paga isso”.". É sério que um jogador profissional que treina 10~12 horas por dia ganha menos que 800 reais?
    Como faz o JJ e muitos outros que jogam lol o dia todo? o.O

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    Respostas
    1. Dinheiro deles vem de Stream (tanto visualizações quando inscritos(pagos)), Doações e Salário/Ajuda de Custos da Organização.

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    2. Agora eu saquei a diferença que ganhar uma BGL na segunda-feira pode fazer pros players...:/

      Mas tbm pudera, o diretor tava desmotivado, trava meio "Tristão" XD

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  4. O e-sport só vai pra frente no Brasil quando começarem a acreditar nele. Precisam de organização, motivação e estratégia de marketing. Levar os atletas a sério é algo imprescindível.

    Não é porquê os caras tem 16 anos que não precisam receber salário, já que treinam muito.

    Essas organizações poderiam começar a vender produtos, aparecer mais, criando sites e se preocupando com a imagem da equipe (assim como a curse e tantas outras grandes organizações do e-sport internacional).

    Os brasileiros tem tudo para crescer no cenário, só falta apoio.

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